Questões por Ano Escolar e Matéria
Por que a frase a seguir apresenta quebra de paralelismo?O aluno...
Por que a frase a seguir apresenta quebra de paralelismo?
O aluno precisa se concentrar, atenção e manter o foco.
Porque mistura verbos e advérbios.
Porque mistura substantivos e adjetivos.
Porque mistura verbos e substantivos.
Porque mistura pronomes e preposições.
Na frase "Foi o melhor aluno, logo receberá o prêmio de mérito.",...
Na frase "Foi o melhor aluno, logo receberá o prêmio de mérito.", qual conectivo pode substituir "logo" mantendo o mesmo sentido?
Indique a alternativa que contém uma palavra que possui o mesmo...
Indique a alternativa que contém uma palavra que possui o mesmo número de letras e de fonemas.
carro
samba
livro
chuva
Indique a única frase abaixo que NÃO contém catacrese.
Indique a única frase abaixo que NÃO contém catacrese.
O dente de alho é essencial no tempero.
Minha cama tem pé de ferro.
O casamento é como um jardim.
O céu da boca ficou machucado.
Qual é o tipo de interjeição ou locução interjetiva na frase:...
Qual é o tipo de interjeição ou locução interjetiva na frase: "Uau! Que vista maravilhosa!"?
A diferença somos nós: a gestão da mudança social e as políticas...
A diferença somos nós: a gestão da mudança social e as políticas educativas e sociais é uma importante reflexão realizada pelos professores Stephen R. Stoer e António M. Magalhães, da Universidade do Porto, em Portugal, acerca do atual debate sobre a problemática das diferenças nas políticas sociais e em particular na educação, considerando especialmente o discurso científico sobre a(s) diferença(s) e as relações subjetivadas com/entre diferentes.
Este é um livro belo e apaixonante, que instiga o leitor a refletir sobre o poder incomensurável das “diferenças”, desafia-nos mexendo em velhos conceitos, concepções e vivências, diversas e conflitantes. Diante das reflexões dos autores, somos impelidos a questionar, de que diferença falamos? Somos nós ou os outros os diferentes? Quem é o diferente?
Nesse instigante propósito de desafiar o leitor a (re)pensar sobre a temática “A Diferença Somos Nós”, os autores organizaram o livro em três partes que se inter-relacionam, estabelecendo relações entre as políticas sociais e educativas e a redefinição da “diferença” nos processos de inclusão/exclusão social.
Pela análise de Stoer e Magalhães, a matriz fundadora da escola para todos, pública, monocultural, advém do modelo etnocêntrico que se traduz na perspectiva assimilacionista; o modelo da tolerância traduz-se na perspectiva do multiculturalismo benigno que exprime a escola moderna e sua lógica estruturadora perante as diferenças; o modelo da generosidade é traduzido na perspectiva do multiculturalismo crítico, em que “pensar a diferença, não a partir do seu próprio discurso, mas através do discurso ‘emancipatório’ sobre ela” (p. 142); o modelo relacional não se traduz na perspectiva da ação anti-racista, mas enfatiza que o duplo multiculturalismo crítico/ ação anti-racista não consegue renovar o inter/multiculturalismo, repondo o jogo de relações com a diferença cultural no jogo mais amplo dos processos sociais.
O modelo relacional baseia-se numa forma de agência mais modesta do que a agência da perspectiva do multiculturalismo crítico que, em vez de ser “emancipatória”, é reflexiva, em vez de propor o domínio da mudança, propõe uma matriz tripla para lidar com a mudança social (surfar, pilotar e gerir – referendadas no capítulo 1). Na reflexão de Stoer e Magalhães, neste modelo, as ideias emancipatórias surgem como heterogêneas e conflitantes entre si; pois “(...) pensar as diferenças, não a partir do discurso – sobretudo se ‘científico’ – sobre elas, mas a partir delas, requer uma atitude epistemológica e política renovada que eventualmente é possível encontrar no que temos denominado o modelo relacional.” (p. 142).
Os autores finalizam expressando que este livro contribui para repensar as políticas sociais, em geral, e, particularmente, as políticas educacionais, ressaltando as políticas da diferença. A leitura deste livro possibilita-nos ir além, a (re)pensar a política educacional no/do Brasil: Como estão evidenciadas nas políticas a inclusão social? Como as políticas educacionais estão sendo propostas e implantadas? Com que objetivos? Na tão proclamada gestão democrática, qual o lugar que as “diferenças” ocupam? Como as concebemos? Convidamos o leitor a desfrutar uma leitura belíssima, encadeada, prazerosa, reflexiva e metafórica.
(...)
(Resenha de MELLO, Elena M. Billig e BAIRROS, Mariângela Silveira da obra A diferença somos nós. A gestão da mudança social e as políticas educativas sociais, de Stephen R. Stoer e António M. Magalhães.)
No texto acima, que é uma resenha, qual é a principal estratégia argumentativa utilizada pelas resenhistas para apresentar as ideias dos professores Stephen R. Stoer e António M. Magalhães sobre a diferença nas políticas sociais e educacionais?
Utilização de uma análise crítica para refutar os argumentos apresentados no livro.
Descrição imparcial das ideias dos autores, sem expressar opiniões pessoais.
Exposição das ideias centrais do livro, destacando a relevância do tema.
Comparação das ideias dos autores com outras teorias educacionais contemporâneas.
Qual das seguintes frases é um período composto?
Qual das seguintes frases é um período composto?
A mãe foi ao supermercado sem a lista das compras para a festa de aniversário da Ana.
A festa de aniversário da Ana foi incrível!
Sem chuva, a festa de aniversário da Ana teria sido incrível.
A mãe foi ao supermercado, mas esqueceu a lista de compras.
Quais são as orações do período: "Estava perdida e não sabia o...
Quais são as orações do período: "Estava perdida e não sabia o que fazer."?
Classifique a frase "Isso arde?": ela é uma frase nominal ou uma...
Classifique a frase "Isso arde?": ela é uma frase nominal ou uma frase verbal?
Classifique a frase a seguir: "Use protetor, porque está muito sol."
Classifique a frase a seguir: "Use protetor, porque está muito sol."