Questões de Língua Portuguesa — 3º ano EM
TEXTO I O mito da estiagem em São Paulo Os estoques de água...
manter os estoques de água doce.
utilizar a água superficial para o consumo.
repor os estoques de água doce em regiões áridas.
reduzir as taxas de precipitação e evaporação da água.
equalizar a distribuição de água doce nas diferentes regiões.
Reaprender a ler notícias Não dá mais para ler um jornal,...
Reaprender a ler notícias
Não dá mais para ler um jornal, revista ou assistir a um telejornal da mesma forma que fazíamos até o surgimento da rede mundial de computadores. O Observatório da Imprensa antecipou isso lá nos idos de 1996 quando cunhou o slogan “Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito”. De fato, hoje já não basta mais ler o que está escrito ou falado para estar bem informado. É preciso conhecer as entrelinhas e saber que não há objetividade e nem isenção absolutas, porque cada ser humano vê o mundo de uma forma diferente. Ter um pé atrás passou a ser a regra básica número um de quem passa os olhos por uma primeira página, capa de revista ou chamadas de um noticiário na TV.
Há uma diferença importante entre desconfiar de tudo e procurar ver o maior número possível de lados de um mesmo fato, dado ou evento. Apenas desconfiar não resolve porque se trata de uma atitude passiva. É claro, tudo começa com a dúvida, mas a partir dela é necessário ser proativo, ou seja, investigar, estudar, procurar os elementos ocultos que sempre existem numa notícia. No começo é um esforço solitário que pode se tornar coletivo à medida que mais pessoas descobrem sua vulnerabilidade informativa.
Disponível em: www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 30 set. 2015 (adaptado).
No texto, os argumentos apresentados permitem inferir que o objetivo do autor é convencer os leitores a
buscarem fontes de informação comprometidas com a verdade.
privilegiarem notícias veiculadas em jornais de grande circulação.
adotarem uma postura crítica em relação às informações recebidas.
questionarem a prática jornalística anterior ao surgimento da internet.
valorizarem reportagens redigidas com imparcialidade diante dos fatos.
No ano em que o maior clarinetista que o Brasil conheceu, Abel...
atribuir o desconhecimento da obra de Abel Ferreira ao ensino de música nas escolas.
reivindicar mais investimentos estatais para a preservação do acervo musical nacional.
destacar a relevância histórica e a riqueza estética do choro no cenário musical brasileiro.
apresentar ao leitor dados biográficos pouco conhecidos sobre a trajetória de Abel Ferreira.
constatar a impopularidade do choro diante da preferência do público por músicas populares.
Intenso e original, Son of Saul retrata horror do...
Um asteroide de cerca de um mil metros de diâmetro, viajando...
Qual estratégia caracteriza o texto como uma notícia alarmante?
A descrição da velocidade do asteroide.
A recorrência de formulações hipotéticas.
A referência à opinião dos astrônomos.
A utilização da locução adverbial “no mínimo”.
A comparação com a distância da Lua à Terra.
Reaprender a ler notícias Não dá mais para ler um jornal,...
buscarem fontes de informação comprometidas com a verdade.
privilegiarem notícias veiculadas em jornais de grande circulação.
adotarem uma postura crítica em relação às informações recebidas.
questionarem a prática surgimento da internet.
valorizarem reportagens redigidas com imparcialidade diante dos fatos.
No ano em que o maior clarinetista que o Brasil conheceu, Abel...
O impacto das tecnologias de informação na geração do artigo...
O impacto das tecnologias de informação na geração do artigo científico:
tópicos para estudo
O interesse pela comunicação científica e pela produção da literatura científica foi intenso nas décadas de 1960 e 1970 e produziu estudos hoje considerados clássicos, mas diminuiu gradualmente de meados de 1970 em diante. Agora, no entanto, há um fato novo, que traz de volta o tópico à discussão e consideração. O estágio atual da tecnologia da comunicação permite, com o auxílio do computador pessoal, contatos muito abrangentes, rápidos e eficientes, entre pessoas localizadas em qualquer lugar, desde que tenham acesso a redes de comunicação. O desenvolvimento nessa área tem sido muito grande e continua em passo muito acelerado. A internet está se tornando presente e acessível em toda parte, especialmente aos professores e pesquisadores nas universidades, permitindo, além da conversa reservada entre duas ou mais pessoas, acesso a uma gama imensa de informações e serviços. O impacto potencial das novas formas de comunicação para o periódico científico e para as bibliotecas universitárias e de pesquisa é enorme. Não é só a comunicação informal que é afetada. A edição de trabalhos, acabados ou não, e a sua distribuição, mediante as várias possibilidades que o meio eletrônico oferece, são tão fáceis que podem tornar cada usuário um editor e distribuidor. As iniciativas nessa área, documentadas na literatura, incluem a presença de editoras comerciais, universidades e indivíduos. Quer dizer: o fluxo da informação científica está sendo alterado.
MUELLER, S. P. M. Disponível em: http://revista.ibict.br.
Acesso em: 18 abr. 2015 (adaptado).
De acordo com o texto, o uso das tecnologias de
informação e comunicação no ambiente acadêmico está
TEXTO I A gestão da ignorância Novas...
TEXTO I
A gestão da ignorância
Novas tecnologiasmudaram a forma de pensar, planejar e também de se relacionar dentro das empresas. Agora, o que vale é ter flexibilidade, colaboração, segurança digital e confiança nas relações. Mas quais são as oportunidades para crescer nesse ambiente cada vez mais disruptivo?
CAMANHO, R. Revista da ESPN, n. 4, out.-nov.-dez. 2017 (adaptado).
TEXTO II
A falsa sensação de segurança
O número de usuários cresce, e, paralelo a isso, a falsa sensação de que a conexão digital é completamente segura e livre de ameaças. Profissionais de TI têm enfrentado problemascom falhasde segurança.Eisso porque, em certos cenários, apenas um antivírus e/ou firewall bem configurados não são mais suficientes para mitigar os riscos atuais.
MOGAMI, S. Guia de produtos para infraestrutura de data centers.
RTI Redes, Telecom e Instalações, n. 213, fev. 2018.
Ao abordarem a temática da tecnologia, os textos I e II apresentam como ponto comum
o aumento dos riscos de disseminação de vírus.
o incremento do número de usuários das redes sociais.
a falta de conhecimento para lidar com problemas da web.
os avanços alcançados no campo da gestão de problemas de TI.
a preocupação com a vulnerabilidade inerente ao ambiente digital.
Sou leitor da revista e, acompanhando a entrevista da...
Sou leitor da revista e, acompanhando a entrevista da juíza Kenarik Bouijikian, observo que há uma informação passível de contestação histórica. Na página 14, a meritíssima cita que “tivemos uma lei que proibia a entrada de africanos escravizados no Brasil (Lei Eusébio de Queirós), e sabemos que mais de 500 mil entraram no país mesmo após a promulgação da lei”. Sou professor de História e, apesar de, após a Lei Eusébio de Queirós, de 1850, africanos escravizados terem entrado clandestinamente no país, o número me parece exagerado. É possível que meio milhão de africanos tenham entrado ilegalmente após uma lei antitráfico de 1831, a Lei Feijó, que exatamente por seu não cumprimento passou a ser no anedotário jurídico chamada de “lei para inglês ver”. Como a afirmação está entre parênteses, me parece ter sido uma nota equivocada do entrevistador, e não da juíza entrevistada. De toda sorte, há a ilegalidade do trânsito de escravizados para o Brasil apesar da existência de uma lei restritiva.
J.C.C.
Cult, n. 229, nov. 2017 (adaptado).
A função social da carta do leitor está contemplada nesse
texto porque, em relação a uma publicação em edição
anterior de uma revista, ele apresenta um(a)
posicionamento relacionado a uma informação contida em uma entrevista.
relato de acontecimentos históricos norteadores de uma entrevista.
sistematização de dados apresentados em uma entrevista.
descrição de uma entrevista.
síntese de uma entrevista.