Questões de História — 8º ano
As ideias dos diversos filósofos do Iluminismo, que tanta...
As ideias dos diversos filósofos do Iluminismo, que tanta importância exercem nos movimentos sociais dos séculos XVIII e XIX, têm como princípio comum:
a república como único regime político democrático.
a razão como portadora do progresso e da felicidade.
as classes populares como base do poder político.
o calvinismo como justificativa de riqueza material.
a igualdade social como alicerce do exercício da cidadania.
O Iluminismo foi um movimento intelectual surgido na Europa do século...
O Iluminismo foi um movimento intelectual surgido na Europa do século XVIII que defendia os seguintes princípios, exceto:
A busca de explicações racionais para a compreensão do mundo.
A unidade de interesses entre o Estado e a Igreja, restringindo a liberdade de culto.
A defesa de que todos os indivíduos nascem livres e iguais perante a lei.
A crítica ao Antigo Regime, baseado na submissão ao poder real e na desigualdade entre os homens.
Ocorrida na Inglaterra, a Revolução Gloriosa marcou o fim definitivo...
Ocorrida na Inglaterra, a Revolução Gloriosa marcou o fim definitivo de um sistema político no país, que era o(a):
Absolutismo.
Republicanismo.
Parlamentarismo.
Monarquia Constitucional.
Sobre os povos maias, assinale a alternativa correta:
Sobre os povos maias, assinale a alternativa correta:
Constituíram um império unificado, todo comandado pelo mesmo rei e dividido em pequenas cidades comandadas por governadores eleitos pelo monarca.
Possuíam um calendário baseado nos ciclos lunares e outro baseado na cronologia de seus deuses.
Foram uma civilização que comprovadamente conseguiu construir a maior parte do seu império com o auxílio de extraterrestres.
Não chegaram a constituir um império unificado, diferentemente dos astecas e incas.
Nenhuma das anteriores.
Leia o texto abaixo para responder às perguntas 5 e...
Leia o texto abaixo para responder às perguntas 5 e 6.
“Imediatamente após a Independência, as colônias da América do Norte e países europeus impuseram ao Haiti um bloqueio que durou mais de sessenta anos, e cujas consequências estão presentes até hoje. Quanto aos dirigentes brasileiros, passaram a temer o Haiti como ao diabo. O movimento de 1804 repercutiu no país todo, e seria pretexto para várias medidas restritivas, entre elas um modelo centralizador de poder após a Independência. O Brasil se inventou, assim, como um anti-Haiti: por oposição, éramos todos brancos, cristãos e civilizados”
(Adaptado de: SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015 p. 228-229)
Conforme assinalado pelo texto, o sucesso da Revolução Haitiana reverberou por todo o continente americano, gerando reações diversas nas elites dos diferentes países. No caso do Brasil, a Independência do Haiti provocou:
Um fortalecimento do sentimento abolicionista, tendo em vista a romantização da luta dos escravizados haitianos pela imprensa brasileira.
O envolvimento das elites nacionais na luta pela Independência, pois os grandes proprietários preocupavam-se com a possível liderança dos cativos na defesa desse objetivo.
O aumento da repressão contra a população escrava e cativa, bem como o forte temor de possíveis revoltas escravas similares no território brasileiro.
A aproximação do Brasil com os demais países latino-americanos, interessados na recolonização do Haiti e no encerramento do movimento revolucionário.
(UFU-MG) A distribuição de capitanias hereditárias como sistema de...
(UFU-MG) A distribuição de capitanias hereditárias como sistema de povoamento e colonização das terras do Novo Mundo, desenvolvido por Portugal, foi um empreendimento planejado, respondendo a uma necessidade nova, decorrente da expansão ultramarina. Sua montagem obedecia a determinadas prescrições que contavam, essencialmente, das cartas de Doação e de Forais, peças básicas da solução das donatarias. Portanto, a respeito da administração do Estado português na Colônia brasileira, através do sistema de donatarias, é incorreto afirmar que:
interessava à Coroa deixar às mãos de particulares a ocupação das terras, visto que ela não poderia, sem risco de perder as Índias Orientais, desviar capitais para essa nova empresa que iniciava.
numa perspectiva econômica, as capitanias funcionavam, nos quadros da colonização, como grandes empresas, tendo à frente o donatário como empresário, diretamente responsável pelo investimento inicial.
a centralização político-administrativa da Colônia, através do sistema de donatarias, correspondia aos interesses gerais dos donatários.
as doações hereditárias de vastas províncias brasileiras, com o seu sistema de sesmaria gratuitas, faziam parte do próprio sistema colonial. “O Estado doava títulos e terras para receber divisas”.
os amplos poderes dados aos donatários não entravam em contradição com a tendência da política portuguesa, pois importava oferecer condições para o efetivo desenvolvimento da colonização das terras portuguesas.
“Na sociedade mineradora – como, de resto, nas outras partes da...
“Na sociedade mineradora – como, de resto, nas outras partes da colônia – eram privilegiados os elementos que tivessem maior número de escravos. Mais da metade das lavras estava concentrada nas mãos de menos de 1/5 dos proprietários de negros; o próprio critério de concessão de datas assentava-se na quantidade de cativos possuídos, as maiores extensões indo para as mãos dos grandes senhores. Para esses, o luxo e a ostentação existiram de fato – não como sintomas de irracionalidade, conforme disseram muitos, mas como sinal distintivo do status social, como instrumento de dominação necessário à consolidação e manutenção do mando.”
(SOUZA, Laura de Mello e. Desclassificados do ouro: a pobreza mineira no século XVIII. 4. ed. ampl. Rio de Janeiro: Graal, 2004. p. 44-51.)
A análise apresentada pela historiadora Laura de Mello e Souza sobre a sociedade mineradora colonial destaca a função social do luxo e da ostentação naquele período. Segundo o texto, essas práticas representavam:
desperdícios econômicos que comprometiam o desenvolvimento da região mineradora.
influências culturais europeias inadequadas à realidade colonial brasileira.
estratégias de diferenciação social e legitimação do poder das elites locais.
tentativas de modernização dos costumes coloniais inspiradas no Iluminismo.
manifestações artísticas próprias da cultura religiosa desenvolvida nas Minas Gerais.
A história do imperialismo no século XIX é marcada por uma série...
A história do imperialismo no século XIX é marcada por uma série de resistências por parte das populações na Ásia e na África. Assinale a alternativa que lista corretamente três desses movimentos de resistência nesses continentes:
Guerra dos Bôeres, Revolta dos Cipaios, Primavera dos Povos.
Guerra do Ópio, Revolta dos Boxers, Revolução Praieira.
Guerra do Ópio, Revolução Federalista, Guerra da Criméia.
Revolta dos Cipaios, Guerra dos Boxers e a Guerra do Ópio.
A Primavera dos Povos foi uma onda revolucionária que se manifestou...
A Primavera dos Povos foi uma onda revolucionária que se manifestou em diversos países do continente europeu, iniciada em 1848. Assinale a alternativa que melhor indica alguns dos princípios ligados a essas revoluções.
Neoliberalismo e redução do Estado na economia.
O socialismo utópico e a economia fisiocrata.
O direito divino dos reis e o absolutismo.
O liberalismo político e o nacionalismo.
Sobre as questões inerentes à economia brasileira no Segundo...
Sobre as questões inerentes à economia brasileira no Segundo Reinado, assinale o que for correto:
A economia no Segundo Reinado esteve diretamente relacionada com o processo de industrialização do país. Foi nesse momento da história do país que o setor agrário mais perdeu força e abriu espaço para as indústrias metalúrgicas na região do ABC paulista.
O café foi o principal produto comercializado pelo país durante o período em que D. Pedro II comandou o país. Com o dinheiro gerado foram realizadas obras de infraestrutura importantes, como a modernização de portos e a construção de linhas férreas.
A extração de pau-brasil, muito importante para a economia brasileira desde a chegada dos portugueses, se manteve como carro chefe das exportações brasileiras no Segundo Reinado.
A partir do interesse de D. Pedro II, o Brasil no Segundo Reinado teve a extração de látex, no norte do país, muito privilegiada, alcançando um patamar de grande destaque nos ganhos econômicos brasileiros até se tornar o principal produto exportador, ainda no período imperial.
Tendo em vista as influências europeias na colonização brasileira, a economia no Segundo Reinado foi marcada por uma Revolução Industrial aos moldes das que vinham acontecendo no velho continente. Assim, esse período marcou a transição de uma economia brasileira de um modelo agrário para o industrial, tendo como principais produtos os eletrônicos e mecânicos.