Questões de História — 6º ano
Os hebreus são uma das sociedades antigas mais conhecidas e estudadas...
Os hebreus são uma das sociedades antigas mais conhecidas e estudadas do chamado Oriente Próximo. Situados na região das atuais Palestina e Israel, pode-se afirmar que seu principal legado histórico foi:
O monoteísmo.
O estado moderno.
A democracia.
A república.
"Os cretenses eram alfabetizados e sua escrita parece ter sofrido...
"Os cretenses eram alfabetizados e sua escrita parece ter sofrido grande influência do Egito e do Oriente Próximo. Conhecido como linear A, o alfabeto cretense, que permanece até hoje indecifrado, inspirou a escrita (...) usada pelos habitantes de Micenas".
(VAIFAS, Ronaldo [et.al]. História: Volume Único. São Paulo: Saraiva, 2014. p.45)
O parágrafo acima apresenta uma das consequências ligadas ao comércio histórico entre diferentes povos, que é:
A aproximação política e o impedimento de guerras de conquista.
A mútua influência cultural e intelectual entre os povos.
O isolamento cultural das civilizações marítimas antigas.
A substituição das religiões locais por uma religião única.
Após dez anos de guerra sem conseguir invadir Troia, os gregos usaram...
Após dez anos de guerra sem conseguir invadir Troia, os gregos usaram uma estratégia inteligente com o cavalo de madeira. Como essa estratégia funcionou?
O cavalo foi usado como arma de ataque para derrubar os portões da cidade.
Os gregos queimaram o cavalo na frente de Troia para assustar os inimigos.
Os troianos venderam o cavalo para os gregos em troca de paz.
Soldados gregos se esconderam dentro do cavalo, que foi levado para dentro de Troia.
"Mas o que nos dizem esses documentos (...) quando nos ocupamos deles?...
"Mas o que nos dizem esses documentos (...) quando nos ocupamos deles? Nenhum documento pode nos dizer mais do que aquilo que o autor pensava - o que ele pensava que havia acontecido, o que devia acontecer ou o que aconteceria, ou talvez apenas o que ele queria que os outros pensassem que ele pensava, ou mesmo apenas o que ele próprio pensava pensar. Nada disso significa alguma coisa, até que o historiador trabalhe sobre esse material e decifre-o."
(CARR, E. H. O que é História? São Paulo: Paz e Terra, 2011. p. 52)
Neste trecho, ao refletir sobre as fontes históricas, o autor:
Defende que os documentos falam por si, e os historiadores não podem interpretá-los a partir de seu problema histórico.
Chama a atenção para a necessidade de criticar e questionar o documento, buscando entender as intenções de quem o escreveu.
Sugere que o historiador deve reunir o máximo de documentos e extrair as informações exatas, evitando o viés crítico.
Vê pouca importância no uso de fontes e documentos, por serem parciais e enviesados.
A história do povo hebreu foi marcada por diversos momentos de...
A história do povo hebreu foi marcada por diversos momentos de dispersão territorial. O termo "diáspora" tornou-se central para compreender a trajetória dessa civilização ao longo dos séculos. O que significa a expressão "diáspora hebraica" e qual sua origem histórica?
Refere-se à dispersão do povo hebreu para diferentes regiões do mundo, resultando no estabelecimento de comunidades judaicas em diversos territórios.
Designa o movimento de migração voluntária dos hebreus para a Babilônia em busca de melhores condições climáticas para agricultura.
Indica a peregrinação religiosa anual que os hebreus realizavam até Jerusalém para celebrar as festas sagradas no Templo.
Representa a divisão administrativa do território hebreu em doze regiões correspondentes às doze tribos de Israel.
A bandeira do Líbano apresenta uma árvore, o Cedro, muito importante...
A bandeira do Líbano apresenta uma árvore, o Cedro, muito importante para sua história e região. Essa árvore está ligada aos antigos fenícios, para os quais o cedro era importante porque:
Era a principal cultura agrícola dos fenícios, utilizada como lenha e fonte de alimento.
Era uma madeira abundante na região, muito utilizada para a construção de navios.
Era essencial na fabricação de arcos e flechas utilizados pelo exército do Império Fenício.
Foi trazida da África pelos próprios fenícios, que cultuavam o cedro como um símbolo divino.
"Seus habitantes costumavam se referir a si próprios de acordo com a...
"Seus habitantes costumavam se referir a si próprios de acordo com a localidade de procedência. Dessa forma, existiam os "sidonianos", de Sidon", os "tiroanos", de Tiro, entre outras denominações. A palavra "fenício" vem do grego "phoinikes", em referência à cor púrpura avermelhada que aplicavam aos tecidos e pela qual eram conhecidos."
(FOLHA DE S. PAULO. Fenícios deixaram legado ainda visível no Líbano. Turismo, São Paulo, 27 mar. 2008. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx2703200807.htm. Acesso em: 9 jun. 2025.)
Sobre a identidade fenícia, assinale a alternativa correta:
A lealdade ao império fenício apagava as identidades locais dessa população.
A vinculação com as cidades revela a considerável autonomia das cidades-estado fenícias.
A rivalidade histórica entre gregos e fenícios envolve o próprio surgimento do termo “fenício”, ligado ao sangue púrpuro derramado em batalhas.
A habilidade comercial dos fenícios provocou o surgimento de nomes como Sidon, Tiro e Fenícios, expressões ligadas à troca de suas mercadorias.
A respeito da Queda de Roma, assinale a alternativa INCORRETA:
A respeito da Queda de Roma, assinale a alternativa INCORRETA:
Os povos bárbaros, muito valorizados pelos romanos, tiveram papel crucial no processo da Queda de Roma, ratificada no ano de 476 d.C.
Uma das formas de se explicar a queda do Império Romano foi sua decisão por não conquistar mais territórios. A partir disso, o número de escravizados em Roma, base do trabalho, caiu e consequentemente, também a produção de alimentos e outros produtos no império.
As migrações ou invasões dos povos bárbaros resultaram em um processo de trocas culturais. Posteriormente, como resultado dessas trocas ocorreu o surgimento do feudalismo.
A queda do Império Romano não levou ao fim da cultura romana. Pelo contrário, a Idade Média presenciou, mais ainda que antes, intensas trocas culturais entre romanos e os chamados povos bárbaros.
Quando falamos sobre a Queda do Império Romano em 476 d.C., nos referimos especificamente ao Império Romano do Ocidente. O lado oriental, chamado Império Bizantino, manteve seu comando até o ano de 1453, quando ocorreu a tomada de Constantinopla pelos Turcos-Otomanos.
"Segundo a tradição, os rústicos dórios invadiram a Lacônia e...
"Segundo a tradição, os rústicos dórios invadiram a Lacônia e fundaram uma cidade, que chamaram de Esparta (...). Conquistaram toda a Lacônia e a Messênia, transformando as populações conquistadas e seus descendentes em uma espécie de servos, chamados de hilotas, palavra que significa, justamente, ʼaprisionadosʼ. Os conquistadores espartanos tornaram-se proprietários: cada espartano adulto tinha um lote de terra próprio, cultivado por muitas famílias de hilotas. Os hilotas eram obrigados a dar aos espartanos uma porcentagem dos frutos da terra, normalmente a metade, como se fossem meeiros."
(Adaptado de: FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001, p. 28).
Sobre a história e o trabalho na Esparta antiga, assinale a alternativa correta:
O trabalho manual e agrícola era amplamente valorizado, pois fortalecia o corpo e o físico dos espartanos.
Na sociedade espartana, os hilotas eram descendentes de povos conquistados, submetidos a trabalhos forçados nas terras dos esparciatas.
A propriedade da terra era exclusiva dos espartanos, que trabalhavam nela com seus familiares e seus hilotas ao longo do ano.
Segundo o texto, os hilotas eram os habitantes originais das terras conquistadas por Esparta, submetidos ao novo domínio por meio de acordos e diplomacia.
(Afresco do salto sobre o touro, Palácio de Cnossos, Creta – cerca...

O afresco acima é uma importante fonte histórica para o estudo da civilização cretense. A partir da análise da imagem e dos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que:
A pintura demonstra o domínio dos cretenses sobre técnicas de perspectiva e o interesse pela representação realista da guerra.
A imagem representa uma cerimônia de coroação real, típica da sociedade patriarcal cretense.
A obra indica a influência da arte romana sobre a civilização cretense, especialmente nos afrescos do palácio de Cnossos.
O afresco ilustra as habilidades artísticas entre os povos do Egeu durante o período pré-helênico.