Questões de História — 6º ano

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6º ano : História - Das origens à Antiguidade Ver questão no Backoffice

A bandeira do Líbano apresenta uma árvore, o Cedro, muito importante para sua história e região. Essa árvore está ligada aos antigos fenícios, para os quais o cedro era importante porque:
Bandeira do Líbano.

Era a principal cultura agrícola dos fenícios, utilizada como lenha e fonte de alimento.

Era uma madeira abundante na região, muito utilizada para a construção de navios.

Era essencial na fabricação de arcos e flechas utilizados pelo exército do Império Fenício.

Foi trazida da África pelos próprios fenícios, que cultuavam o cedro como um símbolo divino.

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"Seus habitantes costumavam se referir a si próprios de acordo com a localidade de procedência. Dessa forma, existiam os "sidonianos", de Sidon", os "tiroanos", de Tiro, entre outras denominações. A palavra "fenício" vem do grego "phoinikes", em referência à cor púrpura avermelhada que aplicavam aos tecidos e pela qual eram conhecidos."

(FOLHA DE S. PAULO. Fenícios deixaram legado ainda visível no Líbano. Turismo, São Paulo, 27 mar. 2008. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx2703200807.htm. Acesso em: 9 jun. 2025.)

Sobre a identidade fenícia, assinale a alternativa correta:

A lealdade ao império fenício apagava as identidades locais dessa população.

A vinculação com as cidades revela a considerável autonomia das cidades-estado fenícias.

A rivalidade histórica entre gregos e fenícios envolve o próprio surgimento do termo “fenício”, ligado ao sangue púrpuro derramado em batalhas.

A habilidade comercial dos fenícios provocou o surgimento de nomes como Sidon, Tiro e Fenícios, expressões ligadas à troca de suas mercadorias.

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A respeito da Queda de Roma, assinale a alternativa INCORRETA:

Os povos bárbaros, muito valorizados pelos romanos, tiveram papel crucial no processo da Queda de Roma, ratificada no ano de 476 d.C.

Uma das formas de se explicar a queda do Império Romano foi sua decisão por não conquistar mais territórios. A partir disso, o número de escravizados em Roma, base do trabalho, caiu e consequentemente, também a produção de alimentos e outros produtos no império.

As migrações ou invasões dos povos bárbaros resultaram em um processo de trocas culturais. Posteriormente, como resultado dessas trocas ocorreu o surgimento do feudalismo.

A queda do Império Romano não levou ao fim da cultura romana. Pelo contrário, a Idade Média presenciou, mais ainda que antes, intensas trocas culturais entre romanos e os chamados povos bárbaros.

Quando falamos sobre a Queda do Império Romano em 476 d.C., nos referimos especificamente ao Império Romano do Ocidente. O lado oriental, chamado Império Bizantino, manteve seu comando até o ano de 1453, quando ocorreu a tomada de Constantinopla pelos Turcos-Otomanos.

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"Segundo a tradição, os rústicos dórios invadiram a Lacônia e fundaram uma cidade, que chamaram de Esparta (...). Conquistaram toda a Lacônia e a Messênia, transformando as populações conquistadas e seus descendentes em uma espécie de servos, chamados de hilotas, palavra que significa, justamente, ʼaprisionadosʼ. Os conquistadores espartanos tornaram-se proprietários: cada espartano adulto tinha um lote de terra próprio, cultivado por muitas famílias de hilotas. Os hilotas eram obrigados a dar aos espartanos uma porcentagem dos frutos da terra, normalmente a metade, como se fossem meeiros."

(Adaptado de: FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001, p. 28).

Sobre a história e o trabalho na Esparta antiga, assinale a alternativa correta:

O trabalho manual e agrícola era amplamente valorizado, pois fortalecia o corpo e o físico dos espartanos.

Na sociedade espartana, os hilotas eram descendentes de povos conquistados, submetidos a trabalhos forçados nas terras dos esparciatas.

A propriedade da terra era exclusiva dos espartanos, que trabalhavam nela com seus familiares e seus hilotas ao longo do ano.

Segundo o texto, os hilotas eram os habitantes originais das terras conquistadas por Esparta, submetidos ao novo domínio por meio de acordos e diplomacia.

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Afresco recuperado da civilização cretense. É possível ver três pessoas interagindo com um touro, numa espécie de espetáculo ou brincadeira.
(Afresco do salto sobre o touro, Palácio de Cnossos, Creta – cerca de 1500 a.C.)

O afresco acima é uma importante fonte histórica para o estudo da civilização cretense. A partir da análise da imagem e dos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que:

A pintura demonstra o domínio dos cretenses sobre técnicas de perspectiva e o interesse pela representação realista da guerra.

A imagem representa uma cerimônia de coroação real, típica da sociedade patriarcal cretense.

A obra indica a influência da arte romana sobre a civilização cretense, especialmente nos afrescos do palácio de Cnossos.

O afresco ilustra as habilidades artísticas entre os povos do Egeu durante o período pré-helênico.

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A história da Guerra de Troia influenciou profundamente a cultura ocidental ao longo dos séculos. Qual é a principal importância desse episódio para as artes e a cultura clássica?

Serviu como base para a criação das primeiras leis escritas da Grécia.

Foi utilizada como fundamento da religião monoteísta da Grécia.

Inspirou diversas obras literárias, artísticas e teatrais na Antiguidade e até hoje.

Possibilitou a unificação política de todas as cidades-Estado gregas.

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Sobre as fontes históricas orais, isto é, relatos, memórias e experiências pessoais dos indivíduos, assinale a alternativa correta.

São uma fonte secundária para a história, pois a documentação oficial (como jornais, leis e documentos) são mais fidedignas que a memória.

Podem ser utilizados na produção do conhecimento histórico, contanto que sejam memórias de personagens importantes do passado.

Revelam informações importantes e o ponto de vista da pessoa que compartilha a experiência, devendo ser utilizada pelo historiador de maneira crítica.

Apresentam serventia apenas na ausência de documentos escritos, pois os relatos podem ser mentirosos e confusos.

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(FGV-SP) A transição do Paleolítico Superior para o Neolítico (entre 10 000 a.C. e 7000 a.C.) foi acompanhada por algumas mudanças básicas para a humanidade. Entre essas, poderíamos citar:

o aparecimento da linguagem falada;

a domesticação dos animais e plantas, isto é o aparecimento da agricultura e do pastoreio;

o aparecimento da magia e da arte;

o povoamento de amplas áreas antes não povoadas, como a Europa Central e Ocidental;

o aparecimento de vários novos instrumentos, como a agulha de osso, os arpões, os anzóis, a machadinha, a lança e a faca.

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Sobre a história das civilizações do Oriente Próximo Antigo, avalie as afirmativas abaixo:

I - Entre os feitos históricos mais importantes, destaca-se o surgimento da escrita cuneiforme pelos sumérios.

II - O Egito Antigo e as civilizações mesopotâmicas misturavam aspectos políticos e religiosos, já que os líderes eram cultuados como divindades.

III - Entre outros pontos, os hebreus ficaram conhecidos pela fundação do Judaísmo, a mais antiga das grandes religiões monoteístas.

É correto o que se afirma em:

I, II e III.

I e II, somente.

I e III, somente.

II e III, somente.

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“Diversos entrepostos comerciais foram fundados na bacia do Mediterrâneo. Por isso, desde o século V a.C., os fenícios entraram em conflito com os atenienses. A autonomia das cidades fenícias pode ser parcialmente resguardada graças a uma série de alianças e ao papel de seus mercadores no abastecimento de vários impérios mesopotâmicos e do Egito”

(VAINFAS, Ronaldo [et.al] História: Volume Único. São Paulo: Saraiva, 2014. p.40)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a tradição comercial fenícia:

Formou rivalidade com outros povos mercantis, mas também favoreceu algumas alianças devido aos interesses de abastecimento de outras cidades.

Garantiu uma expansão exclusivamente pacífica e civilizada deste povo através da Mesopotâmia e da Antiga Grécia.

Permitiu o enriquecimento de cidades-estados e a formação de um sólido império centralizado na região do atual Líbano.

Caracterizou a formação política fenícia, conhecida por seu caráter democrático e pela participação dos cidadãos em assembléias.

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