Questões de História — 1º ano EM
As informações sugeridas por Antônio Manuel estão imersas em um...
As informações sugeridas por Antônio Manuel estão imersas em um jornal dividido entre o “real” e o que podemos chamar de “situacional”. O artista transforma todo o clima de repressão na própria matéria de seu trabalho, utilizando os meios de comunicação como arma (irônica) contra a estrutura de poder de um Estado autoritário.
SCOVINO, F. Com as armas do inimigo. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 84, set. 2012 (adaptado).
No contexto histórico descrito, a estratégia adotada por alguns segmentos da imprensa para a construção de uma crítica sociopolítica foi a de
burlar a censura, contribuindo para a análise da vida social.
justificar o regime vigente, apresentando versões diversas da realidade.
Quem acompanhasse os debates na Câmara dos Deputados em 1884...
politicamente ignoradas.
socialmente justificadas.
culturalmente qualificadas.
historicamente equivocadas.
economicamente fundamentadas.
Então disse: “Este é o local onde construirei. Tudo pode chegar...
Então disse: “Este é o local onde construirei. Tudo pode chegar aqui pelo Eufrates, o Tigre e uma rede de canais. Só um lugar como este sustentará o exército e a população geral”. Assim ele traçou e destinou as verbas para a sua construção, e deitou o primeiro tijolo com sua própria mão, dizendo: “Em nome de Deus, e em louvor a Ele. Construí, e que Deus vos abençoe”.
AL-TABARI, M. Uma história dos povos árabes. São Paulo: Cia. das Letras, 1995 (adaptado).
A decisão do califa Al-Mansur (754-775) de construir Bagdá nesse local orientou-se pela
disponibilidade de rotas e terras férteis como base da dominação política.
proximidade de áreas populosas como afirmação da superioridade bélica.
submissão à hierarquia e à lei islâmica como controle do poder real.
fuga da península arábica como afastamento dos conflitos sucessórios.
ocupação de região fronteiriça como contenção do avanço mongol.
TEXTO I A centralização econômica, o protecionismo e a...
TEXTO I
A centralização econômica, o protecionismo e a expansão ultramarina engrandeceram o Estado, embora beneficiassem a burguesia incipiente.
ANDERSON, P. In: DEYON, P. O mercantilismo. Lisboa: Gradiva,1989 (adaptado).
TEXTO II
As interferências da legislação e das práticas exclusivistas restringem a operação benéfica da lei natural na esfera das relações econômicas.
SMITH, A. A riqueza das Nações. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (adaptado).
Entre os séculos XVI e XIX, diferentes concepções sobre
as relações entre Estado e economia foram formuladas.
Tais concepções, associadas a cada um dos textos,
confrontam-se, respectivamente, na oposição entre as
práticas de
valorização do pacto colonial — combate à livre-iniciativa.
defesa dos monopólios régios — apoio à livre concorrência.
formação do sistema metropolitano — crítica à livre navegação.
abandono da acumulação metalista — estímulo ao livre-comércio.
eliminação das tarifas alfandegárias — incentivo ao livre-cambismo.
Todo homem de bom juízo, depois que tiver realizado sua viagem,...
Todo homem de bom juízo, depois que tiver realizado sua viagem, reconhecerá que é um milagre manifesto ter podido escapar de todos os perigos que se apresentam em sua peregrinação; tanto mais que há tantos outros acidentes que diariamente podem aí ocorrer que seria coisa pavorosa àqueles que aí navegam querer pô-los todos diante dos olhos quando querem empreender suas viagens.
J. P T Histoire de plusieurs voyages aventureux. 1600. In: DELUMEAU, J . História do medo no Ocidente: 1300-1800. São Paulo: Cia. das Letras, 2009 (adaptado).
Esse relato, associado ao imaginário das viagens marítimas da época moderna, expressa um sentimento de
gosto pela aventura.
fascínio pelo fantástico.
temor do desconhecido.
interesse pela natureza.
purgação dos pecados.
Lembro, a propósito, uma cerimônia religiosa a que assisti na noite...
questionam ritos católicos.
evidenciam práticas ecumênicas.
elitizam manifestações populares.
valorizam conhecimentos escolares.
revelam permanências culturais.
No seio de diversos povos africanos, nomeadamente no antigo...
pedagogia dos costumes sociais.
imposição das formas de comunicação.
desvalorização dos comportamentos da juventude.
destituição dos valores do matrimônio.
etnografia das celebrações religiosas.
É preciso usar de violência e rebater varonilmente...
Exaltação do ritualismo litúrgico.
Afirmação do pensamento racional.
Desqualificação da atividade laboral.
Condenação da alimentação impura.
Desvalorização da materialidade corpórea.
196º — Se alguém arranca o olho a um outro, se lhe deverá...
196º — Se alguém arranca o olho a um outro, se lhe deverá arrancar o olho.
197º — Se ele quebra o osso a um outro, se lhe deverá quebrar o osso.
198º — Se ele arranca o olho de um liberto, deverá pagar uma mina.
199º — Se ele arranca um olho de um escravo alheio, ou quebra um osso ao escravo alheio, deverá pagar a metade de seu preço.
Código de Hamurabi. Disponível em: www.dhnet.org.br. Acesso em: 6 dez. 2017.
Esse trecho apresenta uma característica de um código legal elaborado no contexto da Antiguidade Oriental explicitada no(a)
recusa do direito natural para expressão da vontade divina.
caracterização do objeto do delito para a definição da pena.
engajamento da coletividade para a institucionalização da justiça.
flexibilização das normas para garantia do arbítrio dos magistrados.
cerceamento da possibilidade de defesa para preservação da autoridade.